Os ícones cristãos no forte da Babilónia, no bairro Copta do Velho Cairo, na igreja de Abu Serga ou dos Santos Sérgio e Baco, uma das igrejas cristãos mais antigas do Egipto do século IV ou V.
É um dos locais mais venerados do cristianismo egípcio, pois a tradição afirma que a Sagrada Família se refugiou na cripta desta igreja durante a fuga para o Egito.
As fontes disponíveis confirmam que a igreja preserva antigos ícones coptas, parte essencial da sua herança artística e litúrgica. Embora não haja descrição detalhada de um ícone específico de Sérgio e Baco, sabe‑se que:
- A igreja é dedicada aos dois santos mártires.
- O interior inclui ícones tradicionais coptas, preservados ao longo das restaurações históricas.
- A iconografia copta costuma representar Sérgio e Baco como soldados romanos, com túnicas militares estilizadas, postura frontal e auréolas douradas — características típicas do estilo copta e bizantino.
Os ícones cristãos no forte da Babilónia mesmo quando não descritos individualmente nas fontes, fazem parte do conjunto artístico que reforça a identidade espiritual da igreja.
- Representam a fé e resistência dos mártires cristãos.
- Reforçam a ligação histórica entre o cristianismo egípcio e as suas raízes orientais.
- Conectam os fiéis à memória da Sagrada Família, cuja presença na cripta torna Abu Serga um dos locais de peregrinação mais importantes do Egito.

- A Igreja de Abu Serga está localizada em um dos lugares visitados pela Sagrada Família durante a sua fuga do Rei Herodes. Entre as informações disponíveis sobre a Igreja de Abu Serga, está a história de Maria, José e o menino Jesus Cristo que escaparam da Palestina em busca de refúgio no Egito.
- A Igreja de Abu Serga foi destruída durante o incêndio da cidade de Fustat, no reinado de Marwan II, por volta de 750 d.C., mas foi reconstruída diversas vezes ao longo da Idade Média.
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